Este tema tem sempre suscitado controvérsias nos meios acadêmicos e filosóficos, naturalmente porque muitos não tiveram a preocupação de aprofundarem-se nas causas primeiras dessas forças extraordinárias que impelem o ser para frente, obrigando-o a reproduzir-se.
Não fora os mistérios que se levantam desde os tempos imemoriais, tanto maiores, quanto mais antigos, por força da ignorância e rudeza dos homens primordiais, mais é evidente a violência dessas ignotas forças sobre esses indivíduos e até os de nossos dias.
Em nossa abordagem pretendemos demonstrar que tais fenômenos têm origem nos mais recônditos recantos da alma.
Preocupa-nos, em nossas assertivas, podermos ser taxados de idealistas (religiosos) por alguns. Nada disso nos interessa, entretanto, cumpre-nos demonstrar, com a agudeza microscópica de nossos estudos, este mistério que, só o é, por ser ignorado, desconhecido e incompreendido à medida que nos acobertamos ou com a carapaça de preconceitos ou da mera incapacidade de enxergar que tais fenômenos têm origem mais remota e chega mesmo a transcender o chamado conhecimento científico, uma vez que o foco da ciência, não é capaz de ir além das aparências ou quando muito, de vislumbrar sutis afloramentos do que ocorre das profundezas do inconsciente.Queiramos ou não, seremos conduzidos ao palco dos fenômenos de visão abstrata, ou se preferir, de nenhuma visão, o olho clinico ainda não chegou lá. Teremos que nos deslocar em terrenos movediços, nem por isso, incapazes de apreendermos.